O que você procura?

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Guerras Medicas ou Guerras Greco-Persas

A guerra entre os gregos e persas foi chamada de guerras medicas devido os gregos pensarem que os persas eram os  povos medos

A primeira guerra começou entre 496 a.C. e 490 a.C. 
  
O inicio 
em 546 a.C., Ciro, o Grande, rei da Pérsia, subjugou as cidades jônicas, obrigando-as a pagar tributos e a servir nas fileiras militares persas. Nesse primeiro momento, somente a ilha de Samos tentou resistir, mas como não recebeu auxilio das polis teve sua resistência frustrada.  
Em 496 a.C. os jônios se rebelaram e, dessa vez, Erétria e Atenas foram ao socorro das cidades da Anatólia. De início, os gregos obtiveram algumas vitórias, mas foram derrotados na batalha de Lade (494 a.C.), travada perto de Mileto poderosa cidade grega que foi incendiada. 
 
O herdeiro de Ciro, Dario 1o inicia a expansão persa sobre o território grego na Europa. Em 492 a.C. mandou um grande contingente militar, sob comando de Mardônio, conquistar a Trácia e a Macedônia, chegando até a fronteira com a Grécia. Dario, então, enviou mensageiros às cidades gregas, exigindo a rendição, no que foi atendido por várias delas, principalmente as que se localizavam na região da Tessália. Atenas e Esparta, entre outras pólis, não aceitaram. 
  
BATALHA DE MARATONA 
Durante a guerra, houve um evento que ganhou grande repercussão histórica e que foi fundamental para os rumos dos conflitos. Sabendo que os persas desembarcariam para o confronto com os gregos, Milcíades, um general nascido em Atenas, preparou a frente ateniense enquanto um informante foi enviado a Esparta para solicitar ajuda. O nome desse enviado era Fidípides e ele percorreu cerca de 200 quilômetros correndo em menos de um dia. Os espartanos confirmaram o auxílio, mas alegara que, por questões religiosas, a ajuda militar só seria enviada dentro de seis dias, tempo que Milcíades não poderia esperar. Assim, ele comandou o ataque dos atenienses contra os persas. 
Os atenienses não chegavam a 15 mil combatentes, enquanto os persas poderiam totalizar 100 mil soldados e 600 barcos. Os atenienses tentaram de todas as formas possíveis para evitar que os persas fizessem uso da cavalaria, forçando o combate corpo a corpo. A estratégia grega neutralizou o uso de arcos e de espadas dos persas, que foram oprimidos por longas lanças e por defesas em couraças. Ainda assim, pelo próprio contingente, os persas ofereceram grande resistência e, em alguns momentos, conseguiram vencer as defesas gregas. No entanto, os gregos se reagruparam e forçaram os persas a recuarem até onde haviam desembarcado. 
Batalha de Maratona foi vencida pelos atenienses, que oprimiram os persas no território de combate. Eles capturaram sete barcos inimigos e mataram cerca de 6 mil persas. Os invasores foram derrotados e massacrados, forçados a voltar para a Ásia. A batalha também encerrou a Primeira Guerra Médica, em 490 a.C.. Porém não seria o fim definitivo dos confrontos, pois uma nova guerra começaria alguns anos depois. 
A Batalha de Maratona faz parte da cultura popular em função da ordem seguida por Fidípides, que seguiu as instruções de Milcíades correndo mais 42 Km entre Maratona e Atenas para informar sobre a vitória grega. A lenda diz que, logo após informar a vitória, Fidípedes teria caído morto de cansaço. É por causa desta batalha que existem hoje as famosas provas de corrida de longa distância chamadas de maratona. 
 
  
  
A Guerra terminou com a retirada dos persas e a vitoria dos gregos, mas anos mais tarde um novo conflito se iniciaria a 2 guerra medica, agora liderada por Xerxes 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O lobo e as sete crianças

Um conto de fadas dos Irmãos Grimm O lobo e as sete crianças Era uma vez uma velha cabra que tinha sete cabritinhos e os amava, como um...